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10 de novembro de 2011

O poder do sorriso


Um estudo analisou o sorriso dos estudantes no álbum escolar e os acompanhou por vários anos. Medindo a largura do sorriso de cada um, os cientistas conseguiram prever quão inspirador eles seriam para outros, como seriam seus relacionamentos e se teriam ou não sucesso em suas vidas.
Em outra pesquisa, foram observadas figurinhas de jogadores de baseball e os pesquisadores descobriram que jogadores que não sorriam nas fotos viviam em média 70 anos e os que sorriam a média passava de 80 anos.
O sorriso é comum em todo o mundo. Todas as comunidades, por mais isoladas que sejam, sorriem para expressar felicidade e satisfação. Os bebês no ventre das mães já sorriem  e  o fazem pelo resto da vida, é algo natural de todo ser humano.
Segundo Charles Darwin, apenas simulando uma emoção ela será despertada na nossa mente, ou seja, mesmo que o sorriso não seja verdadeiro, ele passara um comando para nosso cérebro de bem estar, felicidade e satisfação.
Sorrir nos deixa mais saudável, pois diminui o nível de stress e produz mais endorfina.  Também faz você parecer melhor para os outros e passa uma impressão de alguém agradável, cortês e até mais competente.
Madre Teresa disse “eu nunca vou entender todo o bem que um simples sorriso pode conquistar”. E isso me fez lembrar de santôsha (contentamento), como um simples sorriso pode melhorar a nossa vida e a vida de quem está ao nosso redor. Não custa nada tentar!

Yôginí Anna Gonçalves


16 de setembro de 2011

Uns se sentam e choram, outros se levantam e fazem. (DeRose)


“As pessoas podem ser divididas em três grupos: as que fazem as coisas acontecerem; as que olham as coisas acontecendo; e as que ficam se perguntando o que foi que aconteceu.” Jackson Brown



Pela yôginí Anna Gonçalves

11 de setembro de 2011

A mecânica das Emoções



Já em textos publicados anteriormente nos apercebemos que a qualidade das nossas vidas é ditada, em grande parte, pela nossa capacidade de gerir as Emoções.
Assim sendo, o que influi, então, no nosso estado emocional e que faz com que, perante os mesmos estímulos exteriores, diferentes pessoas sintam emoções distintas?
O que faz com que um músico, que tenha ensaiado uma peça diversas vezes e a toque na perfeição quando ninguém está a assistir, perante uma plateia não consiga uma atuação para além do razoável?
A explicação está no sistema de crenças, nos Condicionamentos (Vásanás) de cada um.
Segundo Mircea Eliade "A vida é uma contínua descarga de vásanás que se manifestam nos vrittis. Psicologicamente, a existência humana é uma incessante atualização do subconsciente, mediante 'experiências'. Os vásanás condicionam o caráter específico de cada indivíduo; tal condicionamento está de acordo com a herança e com a situação kármica do indivíduo."
Jóris Marengo, no seu artigo Condicionamentos – Uma Reflexão refere ainda que as emoções, mente e a intuição “são uma mera interpretação dos eventos e das formas animadas ou inanimadas à nossa volta, porque estão sob o domínio, a influência dos condicionamentos (vásanás), que manipulam nossos sentidos, criando, literalmente, uma visão pessoal, irreal do mundo.”
Não é, pois, a realidade efetiva que afeta o comportamento, mas sim a visão da realidade, modelada pelos vásanás de cada um. São os estados emocionais, a que nos permitimos perante essa realidade percebida, que vão determinar as escolhas que assumimos.
Necessitamos, então, de entender melhor qual a mecânica das emoções para termos o poder de mudar o nosso karma.
Assim, poderemos concluir que os estados emocionais são fruto da conjugação dos quatro seguintes aspectos principais:
  1. Vásanás – qual é o meu sistema de crenças e como isso influi na minha percepção da realidade;
  2. Fisiologia – como uso o meu corpo ao nível da respiração, postura, movimento;
  3. Localização da consciência – de que forma aquilo em que centro a minha atenção representa a expressão do que sinto;
  4. Linguagem/significado – como altero o significado das experiências que vivo com o verbalizar dessas experiências.
Com esta percepção verificamos que a chave para conquistar aquilo queremos, para termos o leme da gestão das nossas vidas, passará em muito pela capacidade de sabermos gerir os estados emocionais.
É fundamental compreendermos o estado emocional em que nos encontramos para conseguirmos modificá-lo e atingirmos efetivamente o alto desempenho, pois já compreendemos que o nosso comportamento não é mais que o resultado desse estado em que nos encontramos.
Se esse estado é influenciado pelas nossas representações internas, pelos nossos condicionamentos, e pela nossa fisiologia, então, é atuando sobre estes que conseguiremos conquistar o que nos propomos.
Assim, importa conhecer os mecanismos que nos vão permitir trabalhar os diversos aspectos dos nossos estados emocionais, quebrando padrões limitativos e promovendo em nós as mudanças e os estados necessários para evoluirmos e nos posicionarmos para a conquista do Sucesso.
É neste sentido que nossa cultura atua, como poderosa ferramenta de reprogramação emocional, impulsionadora de mudança, de condicionamento positivo, de evolução e de alto desempenho.

9 de setembro de 2011

A HORA DE MUDAR É AGORA



 “Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes” essa frase de Albert Einstein nos remete a um importante conceito: karma. Se nada fazemos para mudar o rumo da nossa vida, ela continuará a mesma, não importa o quanto reclamarmos ou acharmos que tudo e todos estão contra nós.
Qualquer mudança, por menor que seja, já tem um efeito significativo no nosso karma, que nada mais é que uma lei de ação e reação, de causa e efeito. Também podemos definir karma como um destino maleável, que modificamos a cada minuto em virtude das nossas ações, palavras e pensamentos. Por esse motivo estamos o tempo todo a tecer nosso futuro imediato e distante. Caso queira ter uma larga expectativa de vida deve, desde já, adotar hábitos mais saudáveis, uma vida mais ativa e alegre.
Nossa cultura é uma das formas mais efetivas de mudança de karma pois, por ser uma proposta de reeducação comportamental, atua principalmente na boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma, trazendo assim mudanças incríveis de atitude, hábitos e comportamento na vida do praticante.
Então, se você espera resultados diferentes, comece agora uma mudança na sua vida!

* Para saber mais sobre o tema não deixe de ler o livro Karma e Dharma do Mestre DeRose.

Yôginí Anna Gonçalves

7 de setembro de 2011

Uma escolha, uma renúncia

No decorrer da vida, são várias as opções que surgem à nossa volta, desde as mais comuns e prosaicas: que roupa devo vestir hoje? Vou de carro, ou ônibus, para o trabalho? Preparo comida, ou saio para jantar? Diversos níveis de complexidade, surgem até questionamentos mais profundos, e impactantes: devo manter meu ofício? Vale a pena continuar com este relacionamento?

Noites insones, conversas com amigos e familiares, são consumidas, na tentativa (às vezes vã) de se chegar a uma conclusão, porém quantas vezes, certas decisões (importantes) não são tomadas com a emocionalidade à flor da pele? Ocasionamente, um tom de voz acima do normal, já é motivo para um desfecho, não muito agradável...

De fato, mesmo com as emoções sob certo controle, temos instrumentos mentais que podem nos pregar peças, por um motivo simples, por uma questão de auto-preservação, a tendência é esquecermos, ou amenizarmos, os episódios traumáticos, e com o passar do tempo, corremos o risco de revivê-las, em versões repaginadas. Ou nos esforçamos para não esquecer tais episódios, resultando em um estado onde passamos a acreditar, que o desfecho de novas situações, será a mesma, bloqueando assim novas experiências.

Assim, não há decisão que seja 100% correta, e adequada, porém se você puder aquietar o seu emocional, e extender este estado para a sua mente, poderá ter um vislumbre mais claro das alternativas à sua frente.

Tais técnicas fazem parte do nosso acervo, e sendo praticante, não há motivos para não usá-las. Se ainda não é, não faltam motivos para conhecer mais sobre este aspecto do nosso trabalho.

Para saber mais: leia o capítulo Samyama, do livro Tratado de Yôga, do educador DeROSE.

Um abraço
Alexandre Tutida