10 de novembro de 2011
O poder do sorriso
8 de novembro de 2011
A tão procurada felicidade...
4 de novembro de 2011
Cada cabeça, uma sentença
Um abraço, Alexandre Tutida
Para ilustrar mais, leia: "Quando é preciso ser forte", do Escritor DeROSE
16 de setembro de 2011
Uns se sentam e choram, outros se levantam e fazem. (DeRose)
11 de setembro de 2011
A mecânica das Emoções

- Vásanás – qual é o meu sistema de crenças e como isso influi na minha percepção da realidade;
- Fisiologia – como uso o meu corpo ao nível da respiração, postura, movimento;
- Localização da consciência – de que forma aquilo em que centro a minha atenção representa a expressão do que sinto;
- Linguagem/significado – como altero o significado das experiências que vivo com o verbalizar dessas experiências.
9 de setembro de 2011
A HORA DE MUDAR É AGORA
2 de setembro de 2011
OS LAÇOS QUE NOS AFETAM
15 de agosto de 2011
O que nos impede de atingir o Sucesso?

O que nos impede realmente de avançar, de agir, de nos tornarmos naquilo que ambicionamos?
O que faz com que alguém descontente com a sua vida não assuma nenhuma ação para a mudar?
Porque é que conhecemos tantas histórias de pessoas insatisfeitas com a sua profissão, com os seus relacionamentos, com o caminho que segue a sua vida e que se deixam permanecer nesse estado de passividade e de conformismo?
Várias respostas poderiam ser dadas a estas questões: falta de tempo, poucas oportunidades, incerteza, volatilidade do meio, apenas para nomear algumas... Mas na verdade, bem no âmago da questão, tudo se resume a uma palavra: MEDO.
“Medo de mudar. Medo do desconhecido. As pessoas não mudam de karma por medo”, diz DeRose em Karma e Dharma, transforme a sua vida.
Todos nós já vivenciamos o medo em algum momento das nossas vidas: o medo da rejeição e da crítica, o medo de falhar ou não ser suficiente, o medo de amar (e não ser amado), o medo de ficar sozinho, o medo do ridículo, o medo do desconhecido, até o próprio medo do sucesso (como aguentar a pressão de manter o padrão de sucesso e corresponder às expectativas com ele criadas?)...
O medo é uma emoção básica, que coloca o nosso organismo em sobre-alerta e o prepara para fugir e/ou defender-se perante a percepção de perigo. Desde os tempos primitivos que esse sistema de alerta permite aos seres humanos reagir perante os sinais de ameaças do meio, sendo por isso uma emoção muito respeitada e assumida pela sua capacidade de proteção.
Incorporada no inconsciente coletivo, verifica-se que “cada povo e cada pessoa se caracteriza por um tipo de medo o qual varia com o tempo e com o seu nível de conhecimentos.”
O perigo real ocorre quando observamos que o medo, para além de nos proteger, pode também destruir a nossa autoconfiança e imobilizar-nos, impedindo-nos de tomar uma ação efetiva rumo à concretização dos nossos objetivos.
Foi assim que ao longo dos séculos foi exercido o controlo dos povos, através da repressão gerada pelo semear do medo. Quer seja através do conceito do pecado e da punição no dia juízo final, introduzido pela Igreja, quer pelo receio de punições físicas (como aconteceu, por exemplo, em todos os regimes fascistas), a verdade é que o medo, enquanto emoção básica do ser humano, foi objeto de manipulação ao longo dos tempos, no sentido de criar sentimentos de culpa e de receio que controlassem os comportamentos dos indivíduos.
Os regimes mudaram. Vivemos, agora, numa sociedade de informação, mas continuamos a observar que muitos desses conceitos “manipulados” ficaram impregnados no inconsciente, continuando a dirigir as nossas percepções.
No entanto, como refere Pilar Jericó, “A base do medo é biológica, mas o conhecimento consegue reduzir as incertezas do meio e modular parte dos nossos temores.”
Então, importa compreendermos a origem não só do medo, mas das emoções em geral, para assim percebermos verdadeiramente quais são os estados emocionais que nos paralisam e os que nos tornam aptos a agir. Ao entendermos como podem ser deflagrados e utilizados em nosso proveito, temos em mãos o poder incrível de decidir quais os caminhos que iremos assumir e que ditarão a nossa realização pessoal, bem como demarcaremos com clareza a linha que separa a ação da paralisia, o sucesso do insucesso.
8 de agosto de 2011
Esclarecimentos sobre o tão violentado ahimsá
O tema desta aula inaugural foi o código de ética do yôgin, tendo sido lançado um desafio aos nossos alunos de praticar ahimsá (não agressão – primeira norma ética) durante 15 dias.
Tendo por hábito ler vários blogues de colegas e profissionais do Método, deparei-me com um texto super interessante do Professor Fábio Euksuzian que me pareceu apropriado compartilhar:
Esclarecimentos sobre o tão violentado ahimsá

14 de julho de 2011
MENSAGEM A GARCIA
9 de junho de 2011
Fotos do sat chakra e do sádhana com o Maestro Edgardo
Sat chakra do dia 1º de junho:
Sádhana com o Maestro Edgardo, no dia 4 de junho:
6 de maio de 2011
Você sabe o que é gurusêvá?

4 de maio de 2011
Se o inferno está cheio de boas intenções, o paraíso também está !!
"Segunda-feira inicio minha dieta !"
"Agora paro de fumar !"
"Vou começar meu próprio negócio !"
Mas, se escolheu um significado, uma intenção maior, então trará as mudanças nos próprios valores pessoais, desencadeando o potencial para quebrar paradigmas, se tornando capaz de mudar o rumo de uma vida, através destas mesmas afirmações iniciais:
"Segunda-feira inicio minha dieta !"
"Agora paro de fumar !"
"Vou começar meu próprio negócio !"
27 de abril de 2011
Regras e mais regras !?
Isto significa anarquia instaurada, nas escolas ?
Lógico que não ! Uma vez que temos um forte senso hierárquico, com vários níveis de distinção, valorizando sempre a experiência e conhecimento dos mais antigos.
Significa que as técnicas são executadas a esmo ?
Também, não ! Pois uma das principais características do Método é a codificação das regras gerais de execução, possibilitando algo que era muito escasso há algumas décadas atrás: Autonomia, auto-suficiência, para todos aqueles que praticam nosso método. Em outras palavras, nossos alunos sabem qual fase da respiração executar, durante as técnicas corporais, como se posicionar, para permitir o melhor ângulo de visão (para o próprio instrutor, ou numa demonstração), dentro dos limites de cada um, esforçando-se sem forçar... Apenas para citar algumas !
Tantra, pode ser traduzido como trama de tecido, ou "regulado por um regra geral", o que faz muito sentido para nosso trabalho.
Podemos ter hierarquia e regras, mantendo um ambiente descontraído, que valorize a camaradagem, sem imposições, sem doutrinação, pois as regras estão lá, não por um mero capricho, mas como trilhos de uma ferrovia, que se extende por muitos e muitos quilômetros, e que um dia, conduzirão o praticante à meta.
Duvida ? Então venha praticar e conhecer nosso trabalho !! :)
(*) preferimos o termo shakta, mas para este texto, a outra denominação é mais explicativa
Para saber mais, leia: "Yôga, Sámkhya e Tantra", do escritor Sérgio Santos
25 de abril de 2011
Uma semana cheia de atividades




