O poder do sorriso


Um estudo analisou o sorriso dos estudantes no álbum escolar e os acompanhou por vários anos. Medindo a largura do sorriso de cada um, os cientistas conseguiram prever quão inspirador eles seriam para outros, como seriam seus relacionamentos e se teriam ou não sucesso em suas vidas.
Em outra pesquisa, foram observadas figurinhas de jogadores de baseball e os pesquisadores descobriram que jogadores que não sorriam nas fotos viviam em média 70 anos e os que sorriam a média passava de 80 anos.
O sorriso é comum em todo o mundo. Todas as comunidades, por mais isoladas que sejam, sorriem para expressar felicidade e satisfação. Os bebês no ventre das mães já sorriem  e  o fazem pelo resto da vida, é algo natural de todo ser humano.
Segundo Charles Darwin, apenas simulando uma emoção ela será despertada na nossa mente, ou seja, mesmo que o sorriso não seja verdadeiro, ele passara um comando para nosso cérebro de bem estar, felicidade e satisfação.
Sorrir nos deixa mais saudável, pois diminui o nível de stress e produz mais endorfina.  Também faz você parecer melhor para os outros e passa uma impressão de alguém agradável, cortês e até mais competente.
Madre Teresa disse “eu nunca vou entender todo o bem que um simples sorriso pode conquistar”. E isso me fez lembrar de santôsha (contentamento), como um simples sorriso pode melhorar a nossa vida e a vida de quem está ao nosso redor. Não custa nada tentar!

Yôginí Anna Gonçalves


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A tão procurada felicidade...




Segundo o dicionário Michaelis felicidade designa o estado de quem é feliz; bem-estar, contentamento; bom êxito. Alguns passam a vida em uma busca infinita a esse tesouro perdido, mas esquecem que não existe um caminho para a felicidade, ela é o caminho  (Mahatma Gandhi). Isso nos faz lembrar da sétima norma ética: santôsha. O aprimoramento pelo santôsha significa cultivar a arte de extrair contentamento de todas as situações. Isto é, o contentamento deve estar dentro de nós,  independente da situação, lugar, companhia etc.  Dificuldades fazem parte da vida e sem elas não seria possível evoluir e nos tornarmos pessoas melhores. Exercendo santôsha poderemos passar por "experiências ruins" de forma mais sutil, pois o contentamento estará dentro de nós.
Seguem trechos de um texto que retrata muito bem esse tema:
"Palco da vida
... Ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da  própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
... Pedras no caminho? Guardo todas... Um dia vou construir um castelo!"
Fernando Pessoa

Busque exercer santôsha no seu dia-a-dia!

* Para saber mais sobre santôsha, leia o Código de Ética do Mestre DeRose.                                                    

Yôginí Anna Gonçalves

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Cada cabeça, uma sentença

Vemos o mundo pelos nossos olhos, ou pelo menos acreditamos desta forma. Assim, a medida do Universo é a nossa medida, porém o que é certo para nós, não é necessariamente certo para o outro, criando uma das primeiras dualidades, a partir do conflito entre o "eu" e o "você".

Existe uma certa simplicidade maligna, no isolamento auto-imposto a que se sujeitam os sadhús, pois tal condição os priva deste "outro", que se por um lado é uma fonte de conflitos, que se extendem de discussões domésticas, a cobranças diárias no trabalho, este elemento também é  uma fonte insuspeita de evolução pessoal, caso haja lucidez suficiente dentro do "eu".

De fato, sem a existência do mundo externo (cujo "outro" é um representante direto), extinguem-se muitos dos assim chamados "problemas", porém cessam também as oportunidades de crescimento, que residem dentro de cada uma destas mesmas situações. O cliente não gostou do resultado de um projeto? Aperfeiçoe, aproveite o "feedback". Seus familiares não entendem suas escolhas? Dialogue mais, procure outras maneiras de explicar, e procure um entendimento.

Evitar o conflito é uma atitude cômoda, porém imatura, enfrentá-la de frente pode ser uma solução, em certos casos, mas em todos eles, a melhor posição é a intenção de extrair um aprendizado, independente da complexidade envolvida. Afinal de contas, melhor do que não ter nenhum "problema/conflito", é a sensação de quase êxtase, que surge após a resolução destas situações, ou seja, para todo esforço, sempre há uma recompensa, mas se souber como se portar perante determinados eventos, ela certamente, virá mais rápido.

Um abraço, Alexandre Tutida

Para ilustrar mais, leia: "Quando é preciso ser forte", do Escritor DeROSE

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